«Estes dois poetas portugueses viveram e – um deles – morreu em Paris… Conheceram os grandes poetas da época, entre eles Verlaine, que sem domicilio fixo no inverno se deixava levar para o hospício para ter cama e comida. Grande ironia do destino, conseguir, mesmo assim, continuar a escrever coisas tão belas e tão sentidas… Grande lição de humildade face à sua existência … É uma homenagem a estes dois grandes poetas, um pouco esquecidos dos nossos contemporâneos. É uma maneira de dizer algo de novo ou diferente sem receio da contradição».